Jornal mural na escola

 

 

Estimular o estudante a expressar sua opinião é muito importante nesse mundo em que, cada vez mais, ter uma opinião mostra o nível de aprendizagem de uma pessoa.

Incentivados pela leitura de jornal na sala de aula, oportunizada pelo programa Ler para Saber Mais, a Escola Municipal Alcides Manoel de Medeiros, localizada no bairro Redenção, vem desenvolvendo durante todo o ano atividades com o jornal GAZETA DO OESTE, que por meio do seu programa de leitura estimula estudantes e professores a discutir seu conteúdo, formando assim o leitor crítico.

Estudantes do 4º e 5º ano desenvolvem o projeto “A leitura em diversos gêneros: uma perspectiva de alfabetizar letrando”, sob a orientação das professoras Maria Aila de Oliveira e Maria das Dores Lira.

Segundo as professoras, todas as semanas, elas incluem um dia no seu planejamento para a leitura do jornal.

A partir dessa leitura feita, surgem discussões de forma bem contextualizada, preparando o aluno para a produção textual com base em temas como violência, política, esportes, entre outros.

Até os classificados que o jornal traz são utilizados para resolução de problemas de matemática, além da localização de ruas, de bairros da cidade de Mossoró ou de outras cidades do Estado, cuja atividade é feita na disciplina de Geografia.

Como o objetivo das atividades das professoras é fazer o aluno expressar sua opinião, os alunos do 4º ano também montaram um jornal mural com as notícias que se destacavam no jornal GAZETA DO OESTE durante toda a semana.

Após a leitura, os alunos recortavam e colavam as notícias no mural. Essas matérias jornalísticas eram discutidas entre eles para selecionar as que deviam ir para o jornal.

Uma entrevista semanal também é feita para ser inserida no jornal mural. Tanto entrevistado quanto entrevistador são escolhidos pelos próprios alunos, e são sempre funcionários da escola, pais ou pessoas da comunidade. “Acreditamos que tudo isso contribuiu e está contribuindo para o desenvolvimento de habilidades da linguagem oral, expressão criadora, expressão escrita, além de perder a timidez e de estimular a auto-estima. O programa Ler Para Saber Mais está contribuindo bastante para o desenvolvimento dos nossos alunos porque é uma forma de contextualizar as nossas atividades, com notícias do nosso dia a dia e do nosso contexto social”, diz a professora Maria Aila de Oliveira.

Um jornal para expressar a oralidade

Na Escola Municipal Alcides Manoel, não só a escrita é estimulada. A expressão oral também tem sua vez entre os estudantes.

A professora Ethel Mônica de A. F. Pereira realizou com os estudantes do 9º ano uma atividade queincentiva a expressividade do aluno ao falar em público, combatendo a timidez.

Intitulada de “Jornal Falado”, a atividade busca propiciar o hábito de leitura de notícias diversas, ajudar a desenvolver a leitura atenciosa para expressar posteriormente sua própria opinião e levá-los a participar de atividades em que possam socializar suas ideias.

Segundo a professora, não foram escolhidas páginas específicas para o desenvolvimento da atividade. “Deixamos a escolha dos trechos do jornal livre, cada aluno escolheu três trechos que variaram em todos os cadernos: cidade, política, esporte, polícia, charge, horóscopo, classificados. Todos da edição do dia 6 de novembro de 2012”, disse.

Segundo Ethel Mônica, os alunos se desenvolveram muito bem com relação à oralidade. Apresentaram o jornal de forma espontânea. “Enfrentamos muita dificuldade com o comprometimento dos alunos, com a timidez de alguns, mas no geral, creio que alcançamos parte dos objetivos almejados”, ressaltou.

Jornal falado (sugestão da professora Ethel Mônica)

Tempo: 3 aulas de 50 minutos

  • Organizamos os alunos em semicírculo.
  • Trouxe para a sala de aula jornais, que foram distribuídos entre eles.
  • Escrevi na lousa a seguinte legenda:

Quadrado – pouco interessante

Carinha – interessante

Estrela – muito interessante

  • Orientei para que cada um escolhesse ao menos três trechos de qualquer parte do jornal e classificasse de acordo com a legenda.
  • Estabeleci um prazo para a leitura silenciosa dos trechos: 20 minutos.
  • Ao término do prazo, cada um foi convidado a falar sobre o que leu, o que entendeu do trecho, fazer críticas a respeito do que leu, explicar por que classificou os trechos escolhidos como interessantes ou não, e discutir sobre as problemáticas abordadas nos trechos.
  • Após cada um expressar suas ideias, formamos duplas para apresentar um jornal falado com as notícias que eles escolheram.

3º Seminário Ler para Saber Mais

Caros professores, em outubro teremos mais um seminário. Cultura digital é o tema em foco. Participe. Clique no folder que aparece no site http://www.gazetadooeste.com.br, preencha a ficha de inscrição e entregue-a no jornal Gazeta do Oeste. A inscrição custa R$ 20,00. No folder tem todas as informações relativas ao seminário.

1º Concurso de fotografia da Gazeta do Oeste

REGULAMENTO

1º Concurso de Fotografia Gazeta do Oeste
TEMA: Um Olhar sobre o Sertão
O concurso é aberto a participação de estudantes do Ensino Fundamental, Médio e Superior que quiserem concorrer a prêmios em dinheiro, um curso e uma assinatura anual do jornal GAZETA DO OESTE. As inscrições estão abertas a partir de 09/07/12 e se estenderão até o dia 03/08/12.  Cada participante poderá concorrer inscrevendo uma (1) foto com tamanho até 20x30cm.

O resultado da premiação será divulgado no dia 11/08/12, no estande da GAZETA DO OESTE na Feira do Livro de Mossoró. Somente estudantes residentes em Mossoró podem participar. Serão premiados os três primeiros colocados de cada categoria: Fundamental, Médio, Superior.

As fotos inscritas no I Concurso de Fotografia Gazeta do Oeste serão submetidas à análise por uma equipe de profissionais da área de fotografia. As fotos premiadas poderão ser usadas pelo jornal GAZETA DO OESTE com autorização do autor. Podem concorrer fotografias em cores e preto e branco.

A fotografia deve ser entregue junto com a ficha de inscrição disponível na sede da GAZETA DO OESTE, onde as fotos devem ser entregues. A sede do jornal está localizada na Avenida Cunha da Mota 100, Centro, Mossoró-RN, e funciona em horário comercial.

Não poderão participar do I Concurso de Fotografia Gazeta do Oeste, funcionários, filhos de funcionários ou parentes próximos. O participante deverá entregar em envelope lacrado a fotografia com etiqueta no verso constando o pseudônimo do autor.

PREMIAÇÃO:

Ensino Fundamental

1º Lugar: R$ 500,00

2º Lugar: Um curso de computação na Microlins

3º Lugar: Uma assinatura anual do jornal Gazeta do Oeste

Ensino Médio

1º Lugar: R$ 500,00

2º Lugar: Um curso de Inglês na Microlins

3º Lugar: Uma assinatura anual do jornal Gazeta do Oeste

Ensino Superior

1º Lugar: R$ 500,00

2º Lugar: Um curso de Rotinas Administrativas na Microlins

3º Lugar: Uma assinatura anual do jornal Gazeta do Oeste
Clique aqui para baixar a Ficha de Inscrição

Marcos Antonio de Oliveira

Coordenador do concurso

Alcoolismo é tema de discussão e de atividades em sala de aula

Reportagem publicada no jornal GAZETA DO OESTE no dia 4 de maio foi tema de atividades de estudantes

 

Teatro de fantoches foi desenvolvido pelos alunos na escola Lourdes Mota Foto: Edinilto Neves

Não basta só ler o jornal, é preciso ir além da notícia, “ler para além das linhas”, como diz o doutor Ezequiel Theodoro, autoridade na área de leitura no país. Esse é o objetivo do programa Ler para Saber Mais, vinculado ao Programa Jornal e Educação (PJE), desenvolvido em todo o país por cerca de 60 jornais filiados à Associação Nacional de Jornais (ANJ).

O incentivo à leitura começa com a distribuição diária de jornais às escolas participantes, que este ano são 20.

Todos os dias, com o jornal na sala de aula, os professores leem criticamente seu conteúdo juntamente com os alunos. As escolas, por sua vez, montam estratégias para que todos os estudantes possam ler o jornal e, mais do que isso, mostrar o que aprenderam com a leitura, que não fica apenas na superficial.

No mês de maio, duas escolas desenvolveram atividades durante o período a partir de uma notícia publicada no jornal GAZETA DO OESTE.

Com o título “Adolescentes afirmam que consumo de bebidas alcoólicas entre eles é comum”, publicada no dia 4 de maio, as escolas levaram a reportagem para a sala de aula e fizeram uma leitura, procurando ir além do que a notícia informava.

A Escola Municipal Lourdes Mota, em Apodi, utilizaram a reportagem para trabalhar como o álcool chega até o jovem. Os professores organizaram atividades e convidaram pessoas que já passaram pela experiência do vício da bebida para conversar com os alunos, orientando-os a ficar longe de bebida alcoólica.

Na Lourdes Mota, os alunos produziram textos, charges, cordel, paródias e fizeram entrevistas com ex-alcoólatras.

De acordo com a professora de Educação Física Simone Paiva, a atividade não vai parar com essa reportagem. O próximo passo é uma visita ao grupo de Alcoólicos Anônimos (AA), para ouvir relatos de pessoas que se envolveram com a bebida. “Uma coisa que descobrimos com essa atividade é que a maioria das meninas usa o álcool, mas nega que faça uso”, disse a professora. “Além disso, a gente vê que tem muitos pais envolvidos com a bebida. Pela manhã temos um caso de aluno que está rebelde por causa do comportamento dos pais”, completa a professora.

Segundo ela, todos os alunos, durante as atividades, mostraram que o álcool chega a destruir o ser humano. “A gente tenta o máximo conscientizar sobre as drogas, principalmente o álcool.

Durante as atividades, o 8º ano fez entrevista com ex-alcoólatras para saber como era a vida deles antes e depois de se envolver com a bebida.

O estudante Abner Ramires Alves Moreira, 13, fez um cordel sobre o assunto. “O álcool é muito ruim, faz muito mal ao cérebro. Eu comecei a imaginar isso e aí fiz o cordel”, explica.

 

Hoje em dia os estudos

Nos fazem compreender

Como o álcool é forte

E faz mal pra mim e pra você

 

Para que a ingestão descontrolada

Se podemos ter uma controlada e moderada?

 

O álcool é perigoso

Causa muitos acidentes

Muita gente morre

Quando está inocente

Por causa do álcool

Aqui morre muita gente

 

O álcool é perigoso

Causa muitos acidentes

O povo todo é teimoso

Tem muito menino novo

Morrendo tão inocente

 

As crianças de hoje em dia

Andam morrendo demais

A cachaça com sua agonia

Mata até o Satanás

Ela causa muita folia

Na festas ou carnavais

 

O álcool é muito ruim

Para nossa sociedade

Os bêbados dizem assim

Um nome muito covarde

Porque eu não posso dizer

Essa imoralidade

 

As pessoas não têm consciência

Do que pode acontecer

Quando for tarde demais

Nada poderá fazer

 

O governo de hoje em dia

Não está fazendo nada

Contra essa boemia

Dessa maldita cachaça

Que todos os adolescentes

Provaram dessa desgraça

 

Essa droga é muito ruim

Para nossa sociedade

Usada tanto assim

Com essa desigualdade

Ela faz mal para mim

E para a popularidade.

Autor: Abner Ramires Alves Moreira

Escola se surpreende com idade de estudantes que bebem

Estudantes da escola Antonio da Graça Machado apresentaram cartazes durante projeto

A Escola Municipal Professor Antonio da Graça Machado, em Mossoró, também desenvolveu atividades com o tema alcoolismo. De acordo com a supervisora Elizângela Rocha, cada sala apresentou atividades referentes ao tema. Foram paródias, causos, poemas, conversas com a equipe do Programa de Combate e resistência às Drogas (PROERD) e leitura de textos.

Durante um mês a escola esteve envolvida com a discussão a respeito da bebida alcoólica. “A gente se surpreendeu com a quantidade de alunos que já provou o álcool”, revela a supervisora.

Como a escola é de ensino fundamental e contempla as séries iniciais, até o 5º ano, realmente dá para surpreender, pois os estudantes têm idade de até 12 anos.

Outra descoberta da equipe da escola foi que as meninas também fazem uso da bebida, não apenas os meninos.

Para a supervisora, isso é preocupante, pois altera o comportamento da criança. Além disso, os pais também acabam influenciando os filhos no consumo. “Na próxima reunião dos pais esse assunto entrará na pauta da reunião, para que possamos conversar com os pais a respeito disso”, informou.

Como tarefa de casa, as crianças se prontificaram a orientar os pais e os amigos quanto ao uso do álcool.

Para quem acha que ler é apenas passar os olhos pelo papel, se engana. Quando os estudantes começam a pesquisar, a discutir e ter outra visão do que leu, essa concepção de leitura muda. O leitor compreende que a leitura não se encerra no papel, mas continua quando se começa a conversar sobre o assunto até mesmo com um colega. A leitura ultrapassa as páginas do jornal. “Tem sido muito válido esse trabalho que estamos fazendo na escola. Hoje o aluno tem pedido o jornal para ler”, diz a supervisora Elizângela.

Estudantes visitam Redação do jornal

Atividade de visita faz parte da programação do Ler para Saber Mais

Escola Duarte Filho trouxe os estudantes para conhecer o jornal

Muitas vezes surge uma curiosidade acerca de como se produz um jornal. Para o leitor adulto, que nunca entrou em uma redação de jornal, a curiosidade é grande; para os estudantes, que praticamente estão tendo contato com o texto jornalístico impresso, saber como se produz um jornal é muito prazeroso.

Durante as atividades do programa Ler para Saber Mais, desenvolvido durante todo o ano, as escolas fazem uma aula diferente: uma visita ao jornal.

Semanalmente, estudantes de duas ou três escolas, se deslocam até o centro da cidade para conhecer o mundo maravilhoso do jornal. Maravilhoso porque não é apenas produzir notícias, mas é também entrar em contato com a sociedade, colocar a população a par de tudo o que acontece na cidade, no país e no mundo.

É uma forma de disseminar as informações para que todos tenham acesso a ela. É a democratização da informação que se concretiza a partir do primeiro momento em que se pensa nas pautas do dia.

Até o mês de julho, as escolas participantes do programa de leitura Ler para Saber Mais visitarão a Redação do jornal. Na oportunidade, conhecerão a história da GAZETA DO OESTE, o equipamento utilizado para produzir os exemplares e terão a oportunidade de conversar com os jornalistas, de perguntar a eles se é tão difícil assim fazer um jornal.

Uma turma de cerca de 35 alunos mais os professores participam da visita. Para eles, uma atividade bem diferente da que estão acostumados em sala de aula.

Eles conhecem a Redação, a diagramação, a sala de impressão, o lugar onde é gravado o quadro “Nos jardins da GAZETA”, a sala de arquivo e conversam com os jornalistas.

Para a estudantes Larissa Bezerra, 11, que faz o 7º ano na Escola Municipal Rotary, que visitou o jornal na quarta-feira passada, 30 de maio, a visita é muito interessante. “É muito legal, interessante. Eu já tinha vindo ano passado, quando a escola veio. Eu lembrei coisa eu não lembrava mais”, disse.

Rudson Carvalho, 13, que faz o 9º ano, veio pela primeira vez. “Foi interessante porque eu não sabia de nada disso”, diz.

Além das escolas cadastradas no programa, durante o ano outras instituições também podem fazer visitas, basta apenas agendar dia e horário.

 Estudantes das escolas produzem jornal um escolar

 A Escola Rotary produz desde 2010 o seu jornal escolar. Ele traz notícias da escola e dos estudantes, bem como discussões acerca de um assunto.

Outras instituições envolvidas com o programa também produzem o seu. Escolas como Dinarte Mariz, Alcides Manoel produzem seu jornal escolar. A escola João de Abreu, que já teve seu jornal, agora produz as notícias no blog da instituição.

Marina Marques, 14, que faz o 9º ano, é da equipe do jornal escolar. Para ela, é um prazer fazer o jornal, mesmo que dê trabalho. “Dá um pouco de trabalho, porque tem que pesquisar, e cada um tem uma ideia. Eu gostos de fazer porque é prazeroso. É um trabalho nosso que a gente apresenta para os pais”, informa.

A professora Maria das Dores também já veio outras vezes pela escola visitar a GAZETA DO OESTE. Para ela, trabalhar com o jornal na sala de aula é muito importante, pois envolve assuntos diferentes. “É gratificante. Traz os assuntos do passado para os dias de hoje, durante as discussões em sala de aula. É importante que ele possa ser aplicado em todas as disciplinas”, ressalta.

Além do jornal produzido na escola, os alunos produzem um na disciplina de História, envolvendo fatos históricos. “Nele, os alunos fazem como se fosse no tempo que aconteceu o fato, relembrando momentos importantes da nossa história. É como se fosse na época como aconteceu”, explica.

 

Jornal produzido pelos estudantes da Escola Municipal Professor Antonio da Graça Machado

 

Adolescentes afirmam que consumo de bebidas alcoólicas entre eles é comum

Estudantes trabalham tema alcoolismo a partir de uma notícia do jornal Gazeta do Oeste

Reportagem de Fidel Nunes

Em vigor desde o dia 15 de julho de 1996, a Lei nº 9.294, foi criada com o intuito de proibir a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos. Apesar da Lei está em vigor há mais de dez anos ainda é comum presenciar o consumo de álcool por menores.

Segundo os próprios adolescentes, a maioria das vezes o consumo é feito em festas ou em ambientes públicos, e escondido dos pais. No entanto alguns adolescentes garantem que já beberam na própria residência e na presença da família. O estudante Hernandes da Silva, de 16 anos, conta que já consumiu bebida alcoólica e conhece outros adolescentes que também já beberam. Ele revela que a curiosidade de beber e o incentivo dos amigos foram os principais motivos para experimentar o álcool. “Eu bebi em um bar escondido da minha mãe. Eu tomei vodka com meus amigos. Não costumo beber muito, mas tive vontade, tive a oportunidade e aproveitei. Não me arrependo de ter bebido e até hoje em dia se me der vontade eu bebo. É uma coisa normal na idade da gente”, afirma o adolescente.

O estudante Edson Sarmento, de 15 anos, relata que também já consumiu bebida alcoólica, mas diferente do seu amigo Hernandes, ele não bebeu escondido da família, pois foi o próprio pai que lhe ofereceu cerveja. Ele lembra que estava sentado ao lado do pai em uma festa da família e seu pai ofereceu a cerveja. “Eu tinha 14 anos na época que tomei minha primeira cerveja. Depois disso já experimentei cachaça, pitu, vodka e outras coisas. Quase todo mundo bebe antes dos 18 anos”, alerta o garoto.

Edson Sarmento ainda afirma que além dos meninos, as meninas também consomem bebida alcoólica. Ele conta que elas são mais discretas e não confessam que bebem, mas quando estão nas festas são as que mais ingerem bebida. “As meninas só se fingem de santas. Elas bebem mais do que a gente (homens). Têm algumas delas que além de beber, fumam também. Hoje em dia essas coisas estão normais entre nós adolescentes”, afirma. Estudos mostram que a ingestão exagerada de bebidas por indiví¬duos em formação, entre os 12 aos 17 anos, provoca danos graves ao cérebro, além de acarretar problemas sociais.

O médico Diego Dantas garante que o consumo de bebida alcoólica por menores é totalmente prejudicial à saúde. “O álcool prejudica a saúde do jovem e aumenta o seu índice de violência. O jovem por si só já é pouco comedido e quando ingeri bebidas fica mais descontrolado do que o normal. Se envolver em um acidente, crime ou adquirir doença fica mais fácil quando se consome bebida alcoólica. Adolescente e bebida são coisas que devem andar separadas”, finaliza o médico.

Professores recebem orientações sobre o Ler para Saber Mais

Visita aos professores da Escola Estadual João de Abreu, em Baraúna

Continuam as visitas às escolas do Ler para Saber Mais. Os professores da Escolas Estadual João de Abreu, em Baraúna, ficaram empolgados com o trabalho do jornal. A instituição já participou outras vezes do programa e fez um bom trabalho.

Para falar conosco

Dúvidas, sugestões ou críticas, entrar em contato pelo e-mail:

lerparasabermais@hotmail.com

Ou pelo telefone:

(84) 9411-8805

Como transformar uma visita à empresa jornalística em conhecimento

A sugestão é do jornalista Ricardo Pastoreli, do programa O diário na Escola:

Frequentes são as visitas dos alunos e professores de escolas de Maringá e região ao jornal O Diário. Nesses passeios, os visitantes têm a oportunidade de conhecerem todo o processo de produção do impresso, que chega toda manhã às casas, empresas e escolas.

Nossa dica é que os profissionais da educação aproveitem esse momento de entretenimento para que as crianças e adolescentes transformem o que vivenciaram em aprendizagem. E como fazer isso? Sugerimos que o professor deixe bem claro o objetivo da visita, que pode ser, por exemplo, verificar a capacidade de observação e compreensão dos envolvidos em relação ao processo de confecção do jornal.

Esse trabalho pode ser realizado em três etapas. Na primeira parte, o professor pode fazer levantamento de hipóteses, isto é, verificar como os estudantes imaginam que acontece o processo de produção do jornal. Após as observações apontadas, poderá trabalhar vídeos, textos e imagens (fotos) sobre processos de produção do impresso. E disso originar produções orais e escritas, ilustrações etc. Que tal a elaboração de uma carta à equipe de “O Diário na Escola” para agendar a visita. Essa produção pode ser um ótimo recurso para que os alunos sintam interagidos no processo de comunicação.

O segundo passo é o “passeio” ao Diário. Nesse momento os alunos devem saber os objetivos a serem alcançados e o porquê da visita. Muitas vezes pode ser apenas por entretenimento. O  importante é que o professor deixe bem claro os objetivos da aula passeio. Algumas questões poderão ser elaboradas anteriormente para que sejam questionadas no momento da visita. Os alunos poderão ser divididos em equipes para que cada grupo anote sobre uma determinada etapa, assim o grupo A pode tomar nota sobre a Redação; o grupo B sobre a criação de imagens gráficas; o grupo C atentar ao processo de impressão e expedição, por exemplo.

Alguns materiais deverão ser providenciados com antecedência, para que as equipes tenham êxito no trabalho, tais como lápis, caneta, máquina fotográfica ou celular etc.

Por fim, na terceira etapa, o professor propõe uma apresentação oral, para que cada grupo aponte  suas observações e anotações de cada etapa. Feito isso, todos terão muito o que escrever e divulgar para toda a escola e comunidade, através de um jornal mural, de um fanzine, cartazes, Blog, facebook… Mãos à obra!

Observação: Jornal mural não deve ser entendido apenas como simples recorte e colagem de textos e imagens, e sim produções que façam com que os alunos reflitam e aprendam sobre a escrita e sobre o que estão escrevendo.

Escola Municipal Senador Duarte Filho visita a Gazeta do Oeste

Ontem, 23, a Escola Municipal Senador Duarte Filho visitou a Gazeta do Oeste. O objetivo da visita é conhecer como se produz um jornal e ter contato com os jornalistas que escrevem as notícias. Esse passeio pela empresa faz parte das atividades do programa Ler para Saber Mais, que este ano atende 20 escolas públicas.

Estudantes durante exposição sobre o processo de produção do jornal

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